Diap reconhece influência do deputado Eli Corrêa Filho

 

Nesta segunda-feira (31) o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) divulgou a versão digital da lista dos parlamentares mais influentes que integram a atual 55ª Legislatura (2015-2018). O deputado Eli Corrêa Filho (DEM/SP), no exercício do seu segundo mandato federal, está entre os "Cabeças" do Congresso .
 
 
Para definir o status de cada parlamentar o Diap avalia os seguintes critérios: a) o institucional, ou seja, o posto que ocupa na estrutura da Casa ou no partido, b) o reputacional, como é visto por seus colegas e correligionários de partido e região, e c) o decisional ou como se comporta frente a votações, negociações, articulações etc. “Sem dúvida é muito honroso o reconhecimento. Isso aponta que o mantado está no   caminho certo. Obviamente, quanto mais reconhecimento, mais responsabilidade. Contudo, fui credenciado por milhares de pessoas que acreditaram em minhas propostas e, para honrar este voto de confiança tenho atuado em busca do melhor”, afirma Eli.
 
O bom conceito atribuído pelo Diap considera que o deputado Eli vem exercendo bem as missões partidárias, políticas e/ou institucionais. O democrata também é reconhecido pela sua habilidade em buscar a conciliação e integração entre os atores de um determinado tema em discussão. Isso tem sido uma marca de sua presidência na Comissão de Defesa do Consumidor (CDC), função para a qual foi indicado por unanimidade pelos deputados do DEM. Desde maio, Eli Corrêa também foi eleito presidente da Frente Parlamentar da Migração do Rádio AM para FM.
 
Agenda intensa
À frente da CDC, Eli Corrêa busca cumprir à risca a sua motivação de conduzir as pautas de modo democrático, ou seja, onde todos os parlamentares do colegiado tenham seus requerimentos discutidos com a profundidade devida. Uma evidência desta abertura é intensificação da agenda de audiências públicas. De abril até agosto, o colegiado já promoveu oito audiências públicas sobre temas como telefonia (qualidade dos serviços), abuso dos contratos imobiliários, crise dos Fundos de Pensão, Operação Zelotes, roubo e furto de celulares, irregularidades no cumprimento dos contratos de concessão das rodovias federais e discussão sobre problemas na aviação (valores de passagens, condições de aeroportos etc).
 
De abril a agosto, dois ministros de Estado já estiveram na CDC para prestar esclarecimentos: Joaquim Levy, ministro da Fazenda, que detalhou as ações do governo federal nos desdobramentos da Operação Zelotes; e Ricardo Berzoini, que tratou sobre o setor de telecomunicações especialmente telefonia e banda larga que são recordistas de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor. 
 
Mais audiências
Nesta quarta-feira (2), a CDC promove um seminário para discutir a portabilidade na conta de energia, a fim de instruir o relatório do PL 1917/2015.
Até o final de setembro, outras três audiências públicas estão agendadas. Conforme cronograma abaixo:
Dia 9 - conquistas e desafios após 25 anos de vigência do Código de Defesa do Consumidor que completa 25 anos;
Dia 16 - Impacto para os consumidores da proibição ou regulamentação do aplicativo Uber no Brasil.
Dia 23 - Análise do PL 2.303/2015 que propõe a regulação das moedas virtuais e dos programas de milhagem;
Dia 29 - Debate sobre o PL 4.447/2012 que dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos e os procedimentos a ela pertinentes, para disciplinar a cobrança de aluguel em centros comerciais (Shopping centers).
 
Representatividade
“Estou imprimindo a maior celeridade possível dentro dos limites regimentais e, ainda, considerando as discussões e votações em Plenário”, pondera Eli. Para o parlamentar em ascensão, “como representantes da população temos de dar resposta à altura de cada demanda e dentro de um prazo que assegure ao cidadão a certeza de que não está sozinho”, complementa. “Somos a voz de milhares de brasileiros que, pelo voto, nos deram o direito de apresentar problemas, propor soluções, discutir ideias, mediar conflitos e, assim, trabalhar pelo desenvolvimento do País”, conclui o democrata.
 
Causas
Segundo o Diap, o parlamentar se torna influente basicamente por quatro razões:
a) por exercer cargo ou posto de mando como líder, vice-líder, integrar a mesa diretora, presidir comissões, coordenar frentes parlamentares;
b) por pertencer a grupos políticos, em nome do qual recebe missões importantes, como relatar matérias relevantes, cumprir missões partidárias, articular ou negociar em nome do grupo, presidir comissões etc;
c) por representar ou ter vínculo com agentes econômicos e sociais, por força dos quais traz certa legitimidade para agir em nome deste segmento no interior do Parlamento;
d) por especialização ou notório saber em determinadas matérias, permitindo-lhe ser referência nesse tema.